Arquivado em: Enecos
“De que lado você samba?”
Já fez suas malas? Esse ano tem Enecom no Rio de Janeiro, uma semana de cultura, arte, interação e muita alegria!
Com o tema De que Lado Você Samba? Eu Organizo o Movimento eu Oriento o Carnaval, o Enecom volta a ser realizado depois de dois anos, entre 20 a 26 de Julho, no Campus do Gragoatá, na Universidade Federal Fluminense (UFF).
A programação do evento inclui debates, grupos de discussão, oficinas, apresentações culturais, mostra de trabalhos e estágios interdisciplinares de vivência. Além disso, está programado também um ato público no centro do Rio de Janeiro.
As inscrições poderão ser efetuadas a partir de julho com mobilizadores do Encontro (veja abaixo o contato do mobilizador na PUC-SP). Os valores para participação foram divididos em quatro modalidades: R$150 (credenciamento, alojamento e alimentação), R$120 (credenciamento e alimentação), R$80 (credenciamento e alojamento) e R$50 (apenas credenciamento).
COMPAREÇA AO PRÉ-ENCONTRO NO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO* DIA 03/07 E GARANTA SUA VAGA NESTE EVENTO!
Contato para mais informações em São Paulo: marcela@ah.org.br 11 8128-2928
Arquivado em: Atividades do CA
Cerca de 15 estudantes foram à PUC-SP no sábado (07/6) para reformar a sede do Centro Acadêmico Benevides Paixão. Muita coisa foi feita, mas ainda falta muito a fazer. Por isso, o mutirão continuará nessa segunda-feira, 09/6, a partir das 12h30. Quem puder aparecer para ajudar na construção do espaço físico do CA será muito bem-vindo. Também tragam móveis, banquinhos, cadeiras, materiais de limpeza e o que mais puder ser aproveitado.
MUTIRÃO DO BENÊ – PARTE II
SEGUNDA-FEIRA (09/6) – 12h30
Arquivado em: Atividades do CA
Após o teto levantado, os ventiladores, luzes, instalação elétrica… Chegou agora de nó botarmos a mão na massa!
Amanhã (07 de junho) às 10h na sede do Benevides Paixão haverá o mutirão de Reforma do Centro Acadêmico, traga idéias, móveis, disposição e tudo mais para a revitalização do NOSSO Centro Acadêmico Benevides Paixão!
Aqui você pode REDESENHAR!
Arquivado em: Notícias da ComFil
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
ELEIÇÃO PARA COORDENADOR DIDÁTICO E VICE-COORDENADOR DO CURSO DE JORNALISMO
ATA DE APURAÇÃO DOS VOTOS
Conforme previsto no calendário eleitoral, às 22h do dia 28 de maio de 2008, reuniram-se, na sala da coordenação do curso de Jornalismo, os professores Ivan Rodrigues Martin, Victoria Claire Weischtordt e a aluna Luana Franca Amorim para proceder à apuração da votação ocorrida nos dias 26, 27 e 28 de maio, do corrente ano. O trabalho da Comissão Eleitoral foi acompanhado pelos professores Hamilton Octavio de Souza, Marcos Luiz Cripa e Rachel Balsalobre. Após a contagem dos votos e a verificação das listas de assinaturas, foram obtidos os seguintes resultados, por segmentos:
Coordenador: Marcos Luiz Cripa
Vice-coordenador: Valdir Mengardo
| PROFESSORES | FUNCIONÁRIOS | ESTUDANTES | |
| SIM | 22 | 8 | 115 |
| NÃO | 2 | 2 | 2 |
| BRANCOS | 0 | 0 | 0 |
| NULOS | 0 | 0 | 0 |
| TOTAL DE VOTOS | 24 | 10 | 117 |
São Paulo, 28 de maio de 2008.
COMISSÃO ELEITORAL
Prof. Ivan Rodrigues Martin
Profa. Victoria Claire Weischtordt
Profa. Aparecida Regina Borges Sellan
Creuza Santos César Júnior – Funcionária
Luana Franca Amorim – Estudante
Caio Rubens de Campos Zinet – Estudante
Arquivado em: Notícias da ComFil
Reunião Alexanda 08/05
Presentes:
Pelo CP: Paula S, Luciana, Lucas, Carol, Adriana, Zé.
Pelo CA: Paulet, Marcela, RBD, Fábio, Pedrão.
Pautas
1)Contraponto
2)Coordenação
3)Artes do Corpo
4) Número de alunos por sala
5) Laboratórios, equipamentos, espaço.
1)A professora achou estranho a informação do CP estar parado na VRAC.
Disse que vai conferir o mais rápido possível e da uma resposta, ligando para a Marcela, amanhã.
Manifestamos a nossa chateação/ preocupação devido ao nosso trabalho estar parado e ter sido feito com muita dedicação…A Profa afirmou que não há motivo para preocupação pois o CP é uma exigência do MEC é um jornal reconhecido e acha que a Reitoria não acabaria com o jornal.
O Pedrão comentou que além do CP duas turma de Edição ficaram sem seus trabalhos impressor, a profa deu a sugestão de que se crie um ofício sobre isso(Ofício 1 da reunião)
2) A profa afirmou que tem que ser comprido o prazo estabelecido pela universidade mas que pediu ao CD (ou CCH, não me lembro) que é um caráter de urgência. Teve uma reunião com o chefe de departamento ontem (dia da reunião) e que estão esperando uma resposta.
3) A Profa conversou com a coordenadora do curso (Náira) e esta pediu que @s estudantes fossem conversar com ela sobre o projeto final. A Profa Alexandra se prontificou a estar junto,”solícita” com sempre, a estar junto se necessário. Ficou difícil aprofundar esta pauta pois não havia nenhum(a) representante de AdC na reunião.
Quanto ao espaço a Profa disse que a Raquel afirmou que já estava melhor, que a Raquel afirmou isso na ultima reunião (???) e meio que “tartorou” este ponto.
4)A profa afirmou que o proj pedagógico prevê 60 estudantes por sala nas aulas teóricas.
Deu um levantamento de três turmas com mais de 65 alun@s
Afirmou mais uma vez que existem estudantes “problema”: os dependentes e os que cursam em horário em que não estão matriculados e que não tem como fazer planejamento prévio disto.
Afirmou também que quando a matéria é dada por outro dep(Artes, FEA…) eles tem que disponibilizar outro professor.para dividir a turma mas nem sempre isso é difícil de acontecer pois influi toda a grade horária. Comentou sobre o professor contratado as pressas para Telecinejornalismo.
Nesse momento a Marcela apresentou a duvida de porque nesse caso o professor foi contratodo em caráter de urgência numa boa e quando a Raquel (ex coordenadora) fez o mesmo sofreu ameaça de sindicância. A profa mais uma vez, ao meu ver, “tratorou” ponto e se esquivou da resposta.
Eu perguntei como é possível que no primeiro ano haja esse grande numero de alun@s por sala já que o planejamento é feito pelo número de candidatos aprovados pelo vestibular e pq a lista roda tanto que tem estudando chegando na universidade em março! Ela afirmou mais uma vez que o problema é a diferença entre os dados da sala de aula e os dado estatísticos. Para mim isso é difícil de entender mas tbm fiquei sem resposta.
O Fábio pediu então que participássemos do planejamento das turmas/horários dos próximos semestre para tentarmos ajudar a resolver esse problema.
5)Disse que quanto aos equipamentos, mais duas ilhas vão chegar até o próximo fim do semestre e o restante no próximo.
Acha difícil que os laboratórios voltem para a COMFIL pois a centralização facilita a adestração. Mais uma vez apelamos pela especificidade dos cursos de comunicação. O Pedrão disse que em 2005 quando os laboratórios faziam parte da COMFIL os problemas laboratoriais eram quase inexistentes. Alexandra disse que acredita que a volta dos laboratórios não vai solucionar o problema. Sugeriu um ofício sobre isso também (oficio numero 2)
Reclamos também dos banheiro que estão em péssimas condições, ou não tem papel, ou não tem sabonete, ou não tem água. Ela disse que também compartilha desse problema já que utiliza os banheiro da universidade e que já pediu reiterou e sugere mais um ofício sobre isso(ofício número 3)
Comentou da presença da FDSP na universidade e que eles costumam ser sensíveis á precariedade de estrutura da PUC-SP.(hahahaha)
Quanto a super hiper mega blaster reforma geral da COMFIL disse que ouve falar disso desde 2001 e que não tem noticias sobre quando vai começar, mas que a TV PUC está para receber um material grande e não tem onde armazenar.
O Pedrão pediu para que quando (se) esse projeto sair @s estudantes possam participar da sua elaboração. A professora afirmou que também gostaria que a coordenação tivesse participado mais disto mas que não pode.
Arquivado em: Assembléias
Dia 27/05, 12h e 18h30
Propostas de pauta:
1- Questões do curso (Coordenação, Excesso de estudantes por sala, Falta de equipamentos, Jornal Contraponto)
2- Redesenho
3- Repressão, os frutos da OCUPAÇÃO
4- Congresso
5- Caso haja sugestão de pauta, ela pode ser feita no início da Assembléia
1) As eleições vão acontecer! Por quê?
Como a maioria dos estudantes deve saber, a ex-coordenadora do curso renunciou devido às acusações e ameaças de sindicância. Embora a maioria do Departamento estivesse de acordo com a coordenação da professora, houve denúncias que levaram a coordenadora a renunciar. Caso contrário, seria sindicada por tentar violar os entraves burocráticos para sanar a ausência de professor em sala. Por conta disso, do dia 26 ao 30 de maio, poderemos eleger a nossa coordenação que, esperamos, seja construída de comum acordo entre os três setores que compõem a Universidade: professores, estudantes e funcionários.
Mas afinal, a Raquel cometeu um erro muito grave? Algo que mereça sindicância? Em reunião com o Centro Acadêmico, a diretora da Comfil (FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E FILOSOFIA) a professora Alexandra Geraldini, reafirmou que a Raquel tinha uma outra opção além de renunciar: responder à sindicância. Já alguns membros do Conselho Departamental chegaram a defender sua demissão. Mas na reunião seguinte, quando tratávamos da questão da superlotação em salas de aula, a diretoria da Comfil informou aos estudantes que atitudes devem ser tomadas no que diz respeito à superlotação das salas de aula e laboratórios. Sugeriu, inclusive, que o melhor seria a (re)divisão da sala e a contratação de novos professores. Assegurou que em caráter emergencial, como é o caso dos primeiros e segundos anos, estas medidas já deveriam ter sido tomadas. Pergunta-se:
a) Mas não é justamente este o motivo que faria a Raquel ser sindicada?
b) Então o problema não é a ilegalidade da ação de nossa ex-coordenadora, mas sim o que ela representa?
c) Mas afinal, o que ela representa?
Assim como o departamento, o conjunto dos estudantes, a coordenação do curso de Jornalismo também é combativa. Se pronuncia e resiste bravamente à mercantilização do curso.
Ainda sobre a reunião com a diretora da Comfil:
O CA pautou além das más condições do espaço físico, a superlotação dele. As salas de aula estão superlotadas e foi informado que não há nenhum mecanismo de controle sobre o número de discentes por sala. Será que ninguém sabe como resolver? Não, não é bem assim. Existe um número previsto por sala de aula. 60 estudantes seria o máximo possível. E devemos exigir que isto ocorra? Sim, mas não só. As salas lotadas significam que, quando forem aos laboratórios não haverá equipamentos em número suficiente para atender à demanda da sala em questão. Logicamente, compromete, e muito, a formação do estudante. Até por que ainda não nos foi ensinado diagramar sem um computador. Ou tirar fotos sem máquinas. Temos imprimido nossos trabalhos em 1 única impressora. A mesma que todos os cursos utilizam.
Viável? NÃO! IM-POS-SÍ-VEL. O pior é saber que já tivemos um laboratório específico para o curso, e na Comfil. Seria, além de útil ao que prevê o currículo, fundamental para a nossa formação técnica e garantia de liberdade em nossas produções. E é aí que entra a questão de tudo o que nos falta em sala: máquinas, computadores, impressoras, programas mais avançados ( que não podem existir justamente por que o laboratório não é específico do curso), etc…
Mas que chatos estes estudantes que só reclamam… Não…não somos chatos…
Queremos ter nossa formação teórica e técnica com a mesma qualidade que nos é exigido pelo mundo. Mas tudo isto que reivindicamos é viável? Perguntemos ao BNDES. A PUC-SP recebeu uma “bolada” para que investisse em seu aparato tecnológico. 10 milhões!!!! E até agora, nada. Ou melhor, reza a lenda que os equipamentos foram comprados, mas que não tem aonde colocar… Olha que brilhante?! Assim, quando chegarem as estruturas os equipamentos estarão obsoletos. É, sejam bem vindos à PUC-SP e suas burocracias pouco inteligentes!!!
VITÓRIA DOS ESTUDANTES!!!!!!!!!!
Arranjamos um jeito de pressionar os entraves burocráticos do VRAC (vice-reitoria acadêmica) para que rodassem o Jornal laboratório do curso, o Contraponto.
Quinta-feira, 8 de maio, representantes do jornal e do Centro Acadêmico Benevides Paixão estiveram reunidos com a diretora da Comfil FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E FILOSOFIA , Alexandra Geraldini, para tratar do atraso do Jornal. E adivinha só? Ela não sabia de nada! De quem esta frase te parece ser? Mas ela se comprometeu a buscar respostas e ligar à secretária de redação do jornal. Mas, como era de se esperar, resolveu a questão e não informou as causas do atraso.
“Não era um problema financeiro”, disse a diretora ao explicar que o CP já faz parte dos custos fixos da universidade, e que a verba para tanto já estava disponível. No entanto, faltava ainda o aval da Bader Sawaia, Vice Reitoria Acadêmica (VRAC), onde a verba estava parada desde o dia 23 de abril, aguardando liberação.
Até o presente momento (26/05), não houve nenhum retorno, nem maiores esclarecimentos do porquê da não liberação.
Esta situação, inédita na história do CP, foi um ato de desrespeito com a história do curso de Jornalismo e da Universidade, bem como com seu corpo docente e discente. Mas não é estranha à Reitoria da PUC-SP. Não é a primeira vez que são presenciadas medidas arbitrárias da mesma contra o departamento de Jornalismo, um dos poucos – senão o único – que se posiciona frontalmente contra seus desmandos.
O Contraponto, em seu passado recente, já sofreu outras ameaças − leia-se corte de verbas para sua impressão. Já tentaram impor ao jornal redução no número de páginas ou até inclusão de anunciantes. Mas a equipe do jornal assegurou a liberdade ideológica do veículo e o manteve fiel ao projeto inicial desde sua fundação em 2001. O que aumentou ainda mais o reconhecimento do CP dentro e fora da PUC-SP. Em 2002, o CP recebeu o prêmio de melhor jornal-laboratório do Brasil. No ano passado, foi citado em uma tese de mestrado e teve uma de suas matérias premiada com menção honrosa no Prêmio Wladimir Herzog.