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with our student compliments,
Students Union Benevides Paixão
Companheiros/Companheiras da ocupação da “New School University” em Nova Iorque.
O Centro Acadêmico Benevides Paixão, representante dos estudantes de Artes do Corpo, Jornalismo e Multimeios da PUC/SP escreve esta para tornar público seu apoio e simpatia pela ocupação!
A luta contra o imperialismo é a mesma nos EUA, Brasil, França, Espanha e outros países, sendo a mesma também para trabalhadores/trabalhadoras e estudantes!
Saudações estudantis
CA Benevides Paixão PUC/SP
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O Centro Acadêmico Benevides Paixão, entidade representativa dos estudantes dos cursos de Artes do Corpo, Jornalismo e Multimeios da PUC/SP, vem por meio desta repudiar a tentativa do grupo de oposição Articulação Sindical/CUT do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sinsprev) de impedir a manutenção da indepência e autonomia sindical da entidade. O Sinsprev é uma referência nacional na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores desde o Governo de Fernando Henrique Cardoso, e está desde o inicío do Governo Lula na linha de frente contra as neoliberais reformas da previdência, trabalhista e sindical. Não é a toa que os membros do grupo Articulação Sindical/CUT, do qual faz parte inclusive o presidente da república, hoje está encastelado em centenas de chefias e cargos de confiança ganhados com indicações do Governo, enquanto o Sinsprev sempre está na luta cotidiana de todo os trabalhadores e ao lado dos movimentos sociais.
Não é a primeira vez que o Governo Lula ataca uma entidade que confronta as suas políticas neoliberais. Este ano fizeram coisa parecida com o ANDES-SN referência nacional na luta contra a Reforma Universitária e a privatização da educação que avança sobre o país.
Por entender que não é um ataque localizado, mas sim uma tentativa de destabilizar as entidades da classe trabalhadora que se posicionam contra as Reformas do Governo nos solidarizamos à luta dos/das companheiros/companheiras do SINSPREV
Saudações!
Centro Acadêmico Benevides Paixão
Gestão Aos Que Virão
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O Centro Acadêmico Benevides Paixão (Comunicação em Artes do Corpo, Comunicação e Multimeios e Jornalismo) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo vem por meio de esta moção manifestar seu apoio à ocupação da mantenedora da Universidade Católica de Santos pel@s estudantes, por conta do aumento abusivo das mensalidades.
Como Universidade também privada e administrada pela igreja sabemos da dificuldade do acesso e da permanência d@s estudantes, ainda mais num momento onde a educação é tratada como mercadoria, mesmo nas tradicionais universidades filantrópicas. Mensadidades altas afastam os estudantes mais carentes e sem recursos de poder estudar, mantendo a elitização da educação superior.
Se o Estado não cumpre a sua função social de prover educação pública, gratuita e de qualidade para todos, e as mantenedoras das particulares só querem saber de lucro para cima dos estudantes, a solução e a mobilização coletiva e a resistencia.
Força na luta e contem conosco
Centro Acadêmico Benevides Paixão
Artes do Corpo, Jornalismo e Multimeios
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O Centro Acadêmico Benevides Paixão, representante dos estudantes cursos de comunicação social da PUC-SP, vem declarar apoio ao Sindicato Nacional dos Docentes no Ensino Superior, ANDES-SN, que vem sofrendo uma série de ataques a sua liberdade sindical poa parte do Governo Federal, ao não reconhecer o sindicato como legitimo representantes dos professores do ensino superior de todo o país, e da burocracia sindical da CUT, ao forçar dividir a base da categoria artificialmente com o ProIfes. Entendemos o ANDES-SN como uma entidade combativa na luta em defesa da educação e contra os ataques neoliberais implementados pelo Governo Lula a todos os trabalhadores. No mesmo momento em que o ANDES-SN sofre represaria por sua postura combativa, vários movimentos sociais são criminalizados e sindicalistas e lideranças sociais são perseguidos. Os estudantes e professores da PUC-SP também são reprimidos em sua organização por parte da Reitoria, que vai desde ameaça de demissão de professores que não se desfiliam da associação de docentes da universidade, até a intervenção da Policia Militar em atos do movimento estudantil e o processo criminal imposto por parte da mantenedora contra os estudantes.
É dever de todas es entidades combativas do movimento estudantil se solidarizarem e defenderem o ANDES-SN como um companheiro de luta cotidiano.
Saudações na Luta
Centro Acadêmico Benevides Paixão
Artes do Corpo, Jornalismo e Multimeios – PUC-SP
Gestão Levante
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No momento em que os jornalistas brasileiros se reúnem em seu 33o Congresso Nacional, quatro estudantes da PUC-SP – entre eles, estudantes de jornalismo – estão sendo processados criminalmente pela Fundação São Paulo, mantenedora da universidade. Eles são acusados de dano patrimonial qualificado, devido à ocupação das dependências da reitoria, que aconteceu em novembro de 2007, quando 300 alunos firmaram seu posicionamento contra a reestruturação político-acadêmica em curso.
À época, os estudantes reivindicavam mais democracia e participação da comunidade nas decisões da universidade, pois o projeto de reestruturação alteraria o estatuto da PUC-SP e toda sua organização. As tentativas de diálogo com a reitoria durante a ocupação foram em vão, e a opção dos gestores foi pela repressão, através do chamado à Tropa de Choque da PM para retirar os estudantes. Após a desocupação, os estudantes continuaram em luta, em repúdio à entrada da polícia no campus, depois de 30 anos de uma ação do Coronel Erasmo Dias durante a ditadura militar.
No final de 2007, a Reitoria abriu um processo de sindicância contra 9 estudantes, para investigação e punição administrativa. O processo foi viciado: a reitoria desrespeitou prazos para constituição de advogados, impediu que os estudantes tomassem vistas do processo, nomeou uma comissão sindicante de professores declaradamente contra a ocupação, treinaram seguranças para dar depoimentos acusatórios. Utilizaram até mesmo provas falsas. Uma das acusações diz respeito à agressão dos seguranças patrimoniais, registrada num Boletim de Ocorrência feito logo após a ocupação. Os seguranças posteriormente reconheceram que foram obrigados a rasgar seus uniformes, ir até o 23º DP, e afirmar que foram agredidos pelos alunos.
Apesar de centenas de estudantes terem participado da ocupação, o processo civil pela reintegração de posse foi movido apenas contra poucos. Todos foram julgados culpados, tendo como pena o pagamento de R$ 1.180,09 de custos processuais e honorários advocatícios. Agora, os estudantes respondem por queixa-crime, referente aos danos patrimoniais supostamente causados durante a ocupação.
Os estudantes têm provas de que nada foi destruído ou roubado neste período – e sim no momento da desocupação, com a entrada da Tropa de Choque na universidade. A divisória que havia sido retirada pelos estudantes foi por completo destruída pelos policiais. Várias salas que haviam sido trancadas pela Comissão de Patrimônio da ocupação foram arrombadas pelos militares, que destruíram equipamentos, jogaram cadeiras, e retiraram os objetos de onde estavam. Diversos cartazes escritos “Não mexa”, produzidos pelos estudantes, foram arrancados. Todas as fotos tiradas logo após a invasão policial estão sendo utilizadas pela PUC-SP como prova contra os estudantes. A reitoria aguarda o resultado do processo da justiça comum para poder dar sua sentença no processo administrativo.
No início de 2008, estudantes, professores e funcionários indignados com o processo administrativo sustentado pela reitoria fizeram diversas manifestações contra a criminalização do movimento estudantil. Foi organizado um abaixo-assinado contra as punições com duas mil assinaturas; um ato com Plínio de Arruda Sampaio, aproximadamente 70 entidades e 400 participantes; além das mensagens de apoio aos estudantes e repúdio à reitoria, incluindo a parlamentares federais.
O caso da PUC-SP não é único no país hoje. Diversos estudantes que, nos últimos anos, realizaram grandes mobilizações em suas universidades também estão sendo perseguidos judicialmente. A transformação de militantes sociais em criminosos também não é nenhuma novidade. Elas se expressam por vias institucionais (processos administrativos, civis, criminais; demissões, multas etc) ou por meio da violência direta (ações da polícia militar, ameaças de morte, execuções).
É por isso que nós, profissionais participantes do 33o Congresso Nacional dos Jornalistas, manifestamos nossa solidariedade aos estudantes da PUC-SP. O movimento estudantil não pode ser personificado como forma de punição e intimidação, sob risco de cerceamento à liberdade de organização, de manifestação e de expressão dos movimentos sociais como um todo.
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Moção de repúdio ao processo administrativo instaurado pela Reitoria contra estudantes da PUC-SP
O DCE Livre da USP vem a público declarar repúdio à tentativa de criminalização do movimento estudantil atuante na PUC-SP, realizada pela Reitoria da universidade por meio da instauração de processos punitivos internos e externos à universidade, contra os estudantes que participaram da ocupação de sua sede em 2007.
Acreditamos que a seleção desses nove estudantes – no universo dos mais de 500 que participaram da ação – é uma clara evidência do caráter persecutório dessa investida da Reitoria, visto que, desde a posse do grupo Maura Véras, a perseguição política é recurso inúmeras vezes utilizado como tentativa de calar as vozes que defendem uma universidade democrática, de acesso irrestrito e de qualidade.
CARTA PÚBLICA À REITORIA DA PUC-SP
“A liberdade apenas para os partidários do governo, apenas para os membros do partido, por muitos que sejam, não é liberdade. A liberdade é sempre a liberdade para o que pensa diferente”.
(Rosa Luxemburgo)
O Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (CAP UFPR) vem a público demonstrar sua profunda frustração com a forma como vêm sendo conduzidas as investigações e apurações sobre a ocupação da Reitoria da PUC-SP em 2007. Causa-nos espanto que a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, instituição respeitada e reconhecida por sua vastíssima produção e extensão de conhecimento científico, promotora de significativas mudanças na sociedade através dos seus serviços prestados, dessa vez nos promova um triste espetáculo de despreparo administrativo e falta de diálogo num processo de debate político desigual e pouquíssimo democrático. Reconhecemos o OCUPAPUC como um movimento político legítimo – legítimo não porque institucionalizado, afinal, a fonte de legitimidade de qualquer representação discente, em última análise, decorre dos próprios estudantes que integram um processo político democrático, assegurado pela Constituição Federal: as liberdades de consciência e de expressão sem quaisquer espécies de censura ou discriminação. Concebemos a Ocupação de uma Reitoria um instrumento de pressão e de fazer-se ouvido, numa dinâmica (que infelizmente vemos reproduzida na PUC SP) de negação da participação estudantil nas decisões administrativas que mais lhe dizem respeito: aquelas que deferem sobre sua própria vivência na Universidade. Acreditamos que uma decisão democrática não se dá em uma audiência pública em que representantes da Reitoria se negam a responder diversas perguntas do plenário, Conselhos Universitários manipulados, a não ouvir as vozes de mais de quinhentos acadêmicos que se manifestaram (e vêm se manifestando desde então) contra a proposta de Redesenho Institucional e a infeliz intervenção da Polícia Militar que re-visitou o campus da Monte Alegre, após trinta anos.
Prestamos nossa completa solidariedade a todos os estudantes que bravamente lutaram (e lutam) contra medidas administrativas impositivas e antidemocráticas da Reitoria e da gestão Maura Véras. Que tentam defender sua Instituição de Ensino das investidas da dinâmica produtivista e excludente do sistema. Estamos todos juntos na luta para que os estudantes possam ser ouvidos e não privados de sua participação efetiva em suas próprias Universidades. Esperamos que logo se cesse o show de horror que tem sido a apuração do caso da Ocupação, por essa Reitoria. Que a Universidade preste-se a valorizar a voz de quem a sustenta e não a encobrir com ameaças e punições administrativas.
Na esperança de dias melhores,
Centro Acadêmico de Psicologia – Universidade Federal do Paraná
Gestão PRATODODIA 2008
O Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, representando as demais entidades da Liga das Engenharias da PUCCampinas, vem através este emitir:
NOTA DE REPÚDIO A AÇÕES ARBITRÁRIAS DA REITORIA DA PUC-SP, CONTRA MEMBROS DOS MOVIMENTOS ESTUDANTIS INTERNOS
A Liga das Engenharias da PUCCampinas, não considera democrática e construtivas ações que venham serciar o direito de expressão e movimentação de um acadêmico, relevando sempre o caráter de instituição formadora de opniões a que as Universidades no Brasil tomaram ao longo da história.
Atitudes ditatoriais como esta, ocorridas desde períodos obscuros de nossa história se assemelham com o que está acontecendo na atualidade. Não é cabível comparações e nem atitudes desse modo, visando sempre criminalizar movimentos de lutas que sempre conquistaram anseios de sua classe representada.
Nada explica, nem justifica a tentativa de expurgar mentores de opiniões coletivas que constroem os debates internos visando crescimento, para manter uma direção autoritária e inconseqüente.
Att:
Nícholas Bié
Finanças – Centro Acadêmico Engenharia Ambiental – PUCCampinas
Finanças – Liga das Engenharias da PUCCampinas
Contra a repressão e criminalização dos estudantes da PUC-SP
Nós, movimentos sociais e organizações da sociedade civil que integram a Rede Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura, vimos através desta manifestar nosso repúdio à atitude da direção da PUC-SP contra uma pequena parcela dos cerca de 200 estudantes que ocuparam o prédio da reitoria em novembro passado.
A ação dos alunos resultou na instalação de um processo sindicante, concluído em dezembro, e foi base para a abertura de um processo administrativo contra nove estudantes, que pode acarretar inclusive a expulsão dos processados. Além disso, três dos nove incluídos sofrem um processo cível relacionado ao ato de reintegração de posse e receberam intimações para um depoimento à polícia.
Antes mesmo da conclusão do processo administrativo, no entanto, os estudantes citados já sofreram punições por parte da reitoria. Os formandos não poderão colar grau, os inadimplentes tiveram suas negociações vetadas e os bolsistas estão ameaçados de perder o auxílio da faculdade. Além disso, a comissão responsável pelo processo indeferiu o pedido de nova data para a oitiva dos alunos, desconsiderando o depoimento dos acusados.
O motivo da ação dos estudantes no ano passado – o posicionamento contrário ao Redesenho Institucional da universidade – é legítimo e não pode ser tratado de forma criminosa. O direito à participação ampla e democrática de toda a comunidade universitária em um processo que prevê mudanças profundas na instituição é o mínimo que se espera de uma universidade que baseia seu funcionamento em princípios democráticos. Da mesma forma, a liberdade de expressão e de manifestação daqueles que são contrários a determinada proposta é um direito fundamental que não lhes pode ser negado. Neste sentido, indignamo-nos com a atitude desta direção que, além de ter, no ano passado, requisitado força policial para solucionar um problema político, demonstra agora pressa em punir os estudantes e utiliza mecanismos condenáveis para intimidar e impedir sua manifestação. Esperamos que a democracia e a garantia dos direitos humanos, que durante tanto tempo foram bandeiras não apenas defendidas, mas praticadas por esta universidade, passem a nortear não apenas o discurso, mas também as ações da Reitoria da PUC-SP.
São Paulo, 22 de fevereiro de 2008.