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Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – ENECOS – convida:
Tendo em vista a realização do COBRECOS 2010 (Congresso Brasileiro de Estudantes de Comunicação Social), no mês de janeiro em São Paulo com o tema CRISE: DECIFRA-ME OU TE DEVORO, a ENECOS convida todos os estudantes de comunicação social a participarem do PRÉ-COBRECOS, uma roda de discussão sobre os temas do COBRECOS.
Presença de representantes:
ex-ENECOS
INTERVOZES
MOVIMENTO SINDICATO PRÁ LUTAR – oposição a direção do Sindicato dos Jornalistas
Sábado – 28/11 – 15h, no SINSPREV
Rua Antonio de Godoy, 88, 2º andar, Centro, próximo ao Metrô São Bento, largo Paissandú e Avenida Ipiranga (descer na estação São Bento e atravessar o Viaduto Santa Efigênia)
Contato: cobrecos2010@gmail.com
Se quiser entrar no grupo de e-mails do Cobrecos São Paulo, para receber informações periodicamente, envie um e-mail em branco para cobrecossp10-subscribe@yahoogrupos.com.br.
Para maiores informações: cobrecos2010.wordpress.com
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CA BENEVIDES PAIXÃO, CA PSICO E CACS CONVIDAM PARA:
FESTA DO BOICOTE AO ENADE
HOJE!
SEXTA (6/11), ÀS 20H NO CACS
Breja, Bolo, Pinga, Vinho
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Benê Esquenta
Festa Pré-Cobrecos
Sexta – 23/10 – 20h00
Som – Cerveja – Bolo – Vinho
O dinheiro arrecadado na festa será usado na construção do COBRECOS 2010, em São Paulo
CA Benevides Paixão – Gestão Aos que virão
ENECOS – Executiva Nacional d@s Estudantes de Comunicação
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Benevídeos e Frente Pela Legalização do Aborto apresentam:
“O Aborto dos Outros”, projeção do filme de Carla Gallo, seguido de discussão sobre a questão do aborto no país
Pré-ato contra a criminalização das mulheres
e pela legalização do aborto
HOJE, às 19h, no Pátio do Benê
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe.
E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe!
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Enecos mobiliza estudantes de comunicação em Fortaleza
O 30º Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecom), que aconteceu na última semana de julho, em Fortaleza, reuniu cerca de 600 estudantes que, durante os oito dias de encontro, participaram de painéis, grupos de discussões e comemoraram os 18 anos de lutas da Enecos (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social).
Os principais debates foram sobre a conjuntura da sociedade, cultura popular, democratização das comunicações, qualidade de formação do comunicador, entre outros temas. Foi espaço presencial para se discutir a linha de atuação política da Enecos na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que deverá ser realizada em dezembro desse ano.
A Conferência é bandeira antiga do movimento pela democratização da comunicação, por ser um espaço que permite debater seriamente a regulamentação dos meios de comunicação que, antes mesmo da existência da Enecos, os estudantes já faziam coro junto a outros setores do movimento pela realização do fórum. A importância do espaço se dá, principalmente, porque os meios de comunicação no Brasil, hoje, são controlados por apenas sete famílias e duas igrejas, caracterizando um verdadeiro latifúndio da informação.
A sua realização, a princípio, poderia ser vista como uma grande vitória do movimento pela democratização dos meios de comunicação, entretanto a Enecos não têm ilusões quanto a finalidade do Governo Federal ao convocar a Conferência no início do ano. A maneira como o fórum tem sido construído beneficia em demasia a patronal e não tem caráter deliberativo sobre os rumos da comunicação no país. Na própria composição da Comissão Organizadora da Conferência há deputados e/ou ministros que, quando não são os próprios donos, tem relações muito próximas aos grandes veículos da mídia.
Dessa maneira, a Executiva defende uma Conferência de Comunicação realmente democrática, em que a proporcionalidade entre empresariado, poder público e sociedade civil seja respeitada. A compreensão é de um momento privilegiado para se articular e aglutinar setores que lutam pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, mas não como momento de uma efetiva mudança nas correlações de forças da comunicação ou na forma como hoje é regulamentada.
Democratizar a comunicação contra a criminalização dos movimentos sociais
Durante o Enecom é tradição ocorrer um ato nas cidades que sediam o encontro, organizado pelos próprios estudantes. Dessa vez, reivindicando uma Conferência de Comunicação com ampla participação popular e contra a criminalização dos movimentos sociais, os estudantes foram às ruas. O ato se concentrou na Praça da Imprensa para depois seguir pela Avenida Senador Virgílio Távora, onde se reúnem as principais empresas midiáticas de Fortaleza, e finalizar em frente à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) no Ceará, estatal atrelada ao governo Lula que regula a radiodifusão e responsável por fechar e coibir diversas rádios comunitárias em todo o país.
O ato vinha sendo construído desde o último Congresso da Executiva, realizado em janeiro deste ano, na cidade de Salvador. Os seus eixos já estavam definidos e acordados entre os estudantes, a coordenação da Enecos e a comissão organizadora do encontro. Porém, pouco antes de sua realização, um pequeno grupo de estudantes tentou incorporar a pauta de defesa da obrigatoriedade do diploma de jornalismo ao ato – posicionamento que a Enecos deliberou ser contrária no último Congresso –, se articulando, sem o conhecimento de ninguém, com o Sindicato dos Jornalistas do Ceará. A entidade, inclusive, antes havia sido convidada para compor o ato unitário sobre a Conferência e o repúdio a criminalização dos movimentos sociais, mas não se pronunciou.
Os eixos foram mantidos e, mesmo com o desentendimento com o Sindicato, os estudantes que defendiam a obrigatoriedade do diploma organizaram uma ala dentro do ato para pautar sua reivindicação. No entanto, os mais de 400 estudantes presentes no centro da capital cearense formaram uma manifestação expressiva e repudiaram veementemente a criminalização dos movimentos sociais por parte do governo e da grande mídia, exigindo a realização da Conferência ainda este ano.
Pela regulamentação do trabalho
Em meio ao Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, a Enecos também aprovou a construção de um Fórum de Regulamentação do Trabalho e Comunicação, na perspectiva de aglutinar todos os trabalhadores e estudantes de comunicação do país. É indispensável discutir o papel do comunicador, já que o Superior Tribunal Federal (STF) desregulamentou a profissão de jornalista e, ainda este ano, deverá apreciar a lei sobre a profissão de radialista.
O propósito é unificar a luta com todos os setores do movimento sindical e formular sínteses sobre a regulamentação do trabalho em comunicação, visto que diversas áreas da comunicação não são regulamentadas e, mesmo as que são, sofrem com a fragilidade dos direitos trabalhistas. O objetivo, portanto, é transcender a dicotomia diploma/não diploma e avançar na reflexão política quanto à regulamentação do trabalho e pela democratização da comunicação.
Durante todo o encontro foi ressaltado que os motivos pelos quais a Enecos deliberou ser contra a obrigatoriedade do diploma em comunicação são muito diferentes daqueles apresentados pelo ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal. O posicionamento da Executiva trata-se de defender a legitimidade das mídias alternativas, se contrapondo a luta corporativista, uma vez que a reserva de mercado não controla o desemprego e não enxerga o diploma como garantia de não precarização do trabalho. Além disso, levando em conta o restrito acesso à educação superior e o monopólio das comunicações no Brasil, a obrigatoriedade do diploma restringiria não só a propriedade do meio de produção da informação, como a propriedade de capital intelectual para produzi-la.
Para além dos debates internos
Além de encaminhar as pautas políticas específicas da área de comunicação foi decidido a organização do Boicote ao Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), juntamente com outras Executivas e Federações de curso que realizarão, ou não, o exame este ano. O antigo “provão” do governo FHC, não faz uma real avaliação dos estudantes e não contempla as especificidades de cada região do país. A Enecos defende uma avaliação dos estudantes brasileiros, mas diferentemente como é empregada, hoje, de forma elitista e deslocada da realidade.
Votou-se, ainda, a sede do próximo Congresso da Executiva que será realizado no estado de São Paulo, em janeiro do próximo ano, e a realização de um Curso de Formação Política, ainda este ano, em Aracaju (SE).
Coletivo Enecos São Paulo
Agosto de 2009
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É hora do Levante, de confrontar as idéias postas para a nossa universidade e para o curso de comunicação. Fazer claras as disputas pelo rumo que seguiremos daqui para frente e o tipo de universidade que queremos. É hora de levantar a voz. Fazer jus à história de lutas por democracia, qualidade de ensino e autonomia universitária que caracterizam a PUC e seu curso de comunicação social.
Precisamos nos levantar. Hoje estamos vivendo o ápice do processo de reestruturação universitária que a reitoria vem implementando desde o final de 2005.
Demissões, cortes de bolsas, exclusão de inadimplentes, crescente repressão ao movimento estudantil (vide a Ocupação deste ano)e outros acontecimentos já apontavam para o processo atual, extremamente autoritário e prejudicial à comunidade.
Nossa crítica a esse processo é ao modo como a reitoria o fez e o está colocando em prática. Como implementar algo que mudará drásticamente o cotidiano dos estudantes, professores e departamentos sem qualquer consulta e debate prévio? Pois é assim mesmo que a reitoria está agindo. Verticamente, de cima para baixo, atropelando nossa história e tradição, apenas se importando com seus próprios interesses mercadológicos.
A reitoria não permitiu a apropriação do debate pela comunidade puquiana e reprimiu os estudantes quando o tentaram fazer. Antes da ocupação não se discutia o Redesenho Institucional. E 30 anos depois, a Tropa de Choque invade a PUC com o aval da REItoria.
Os estudantes de comunicação não podem ficar de braços cruzados vendo a banda passar. Assim como nas mobilizações que reivindicavam bolsas de estudo, inclusão dos inadimplentes na vida acadêmica e que também se posicionavam contra as demissões de funcionários e docentes, precisamos nos inserir nestas discussões e defender a autonomia dos nossos cursos e da nossa universidade.
É necessário que sacudamos a Puc e a Comfil para mostrar que não há normalidade aqui dentro, interarmos dos acontecimentos que nos afetam diretamente, pois esse processo que está posto arbitrariamente, afeta a qualidade de ensino de todos os cursos, não só os de comunicação.
Levantar e mostrar que não somos gado. Não nos contentaremos em sermos ouvidos apenas no período eleitoral para reitoria. Mostrar que somos atores ativos nas decisões a serem tomadas nesta universidade. Desmistificar a fantasia de que a PUC é democrática. Pois nela há vozes dissonantes da reitoria, do redesenho institucional, da intervenção sofrida pela PUC…e que por ELA são caladas.
Há pessoas clamando e se levantando pelo aprofundamento da democracia interna, inclusão dos inadimplentes, volta das bolsas-doação integrais da PUC, autonomia dos nossos departamentos e principalmente pela qualidade de ensino desta universidade!
Então… Pra lutar,