Centro Acadêmico Benevides Paixão


Petição de apoio à Cesare Battisti
07/12/2009, 12:58
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Petição de apoio à Cesare Battisti

Asilo Presidencial para Battisti

Exmo. Sr. Presidente do Brasil
Luiz Inácio Lula da Silva

Os abaixo assinados vimos, muito respeitosamente, oferecer a V. Exa. toda a força e apoio para o vosso governo REJEITAR as intensas e arrogantes pressões que tentam impor a extradição do literato e perseguido político Cesare Battisti.

Pedimos a V. Exa., que chefia o governo mais popular da história do Brasil, que, no momento adequado, CONCEDA ASILO POLÍTICO SOB RESPONSABILIDADE PRESIDENCIAL a Battisti, garantindo-lhe, em seguida, uma fórmula migratória permanente, para que possa trazer a família a este país e nele trabalhar em paz.

Como V. Exa. sabe, Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua sem luz solar (um castigo que já não existe em nenhum país civilizado!) por quatro crimes DOS QUAIS NÃO EXISTE NENHUMA PROVA NEM TESTEMUNHA OCULAR, tendo sido todo seu processo forjado a partir de DELAÇÕES PREMIADAS.

Além de levar os promotores italianos a, ridiculamente, atribuírem a Battisti dois homicídios ocorridos num intervalo de tempo insuficiente para ele transpor a distância entre ambas as cidades, de forma que a acusação teve de ser reescrita quando tal impossibilidade material ficou demonstrada, seu principal delator chegou a ser repreendido pelo magistrado de outro processo pela contumácia com que proferia falsas acusações.

Vossa decisão, Senhor Presidente, será também uma atitude de PROTEÇÃO AO INSTITUTO DO REFÚGIO/ASILO, seriamente ameaçado pela invasão do STF na área do Executivo.

Também se constituirá numa demonstração de afeto para com nosso povo, humilhado, insultado e injuriado obscenamente pelas autoridades italianas, com o apoio das colonizadas e subservientes elites brasileiras (especialmente a mídia).

Battisti escreveu 17 livros, fundou duas revistas virtuais, organizou numerosos congressos culturais e a 1ª Bienal de Artes Gráficas do México. Ele será tão útil para nossa cultura quanto o foi, quando se refugiou no México, o também escritor Gabriel Garcia Márquez (signatário, por sinal, de uma mensagem de apoio a Battisti).

A salvação de Battisti será a coroação de OITO anos de luta pela preservação da dignidade, independência e generosidade de nosso povo.

Atenciosamente,

OS ABAIXO ASSINADOS

Para assinar: http://www.petitiononline.com/btstlng/petition.html



cesare battisti
07/12/2009, 12:49
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Carta aberta de Cesare Battisti a Lula e ao Povo Brasileiro

CARTA ABERTA

AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR

LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA

PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO BRASILEIRA

AO POVO BRASILEIRO

“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos homens, e às vezes fazem uma vida toda”. (O homem em revolta – Albert Camus)

Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um ponto de vista histórico, quantos entre nós, podem sinceramente dizer que nunca desejou afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo.

Entretanto, frequentemente, por pura curiosidade ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a própria vida.

A minha história pessoal é notoriamente bastante conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão presos, e muito exilados.

Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!

Muitas conquistas sociais que hoje os italianos estão usufruindo foram conquistadas graças ao sangue derramado por esses companheiros da utopia. Eu sou fruto desses anos 70, assim como muitos outros aqui no Brasil, inclusive muitos companheiros que hoje são responsáveis pelos destinos do povo brasileiro. Eu na verdade não perdi nada, porque não lutei por algo que podia levar comigo. Mas agora, detido aqui no Brasil não posso aceitar a humilhação de ser tratado de criminoso comum.

Por isso, frente à surpreendente obstinação de alguns ministros do STF que não querem ver o que era realmente a Itália dos anos 70, que me negam a intenção de meus atos; que fecharam os olhos frente à total falta de provas técnicas de minha culpabilidade referente aos quatro homicídios a mim atribuídos; não reconhecem a revelia do meu julgamento; a prescrição e quem sabem qual outro impedimento à extradição.

Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum. É um absurdo, principalmente por ter recebido do Governo Brasileiro a condição de refugiado, decisão à qual serei eternamente grato.

E frente ao fato das enormes dificuldades de ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político. Espero com isso impedir, num último ato de desespero, esta extradição, que para mim equivale a uma pena de morte.

Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver, e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver.

Findo esta carta, agradecendo aos companheiros que desde o início da minha luta jamais me abandonaram e da mesma forma agradeço àqueles que chegaram de última hora, mas, que têm a mesma importância daqueles que estão ao meu lado desde o princípio de tudo. A vocês os meus sinceros agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!

Espero que o legado daqueles que tombaram no front da batalha não fique em vão. Podemos até perder uma batalha, mas tenho convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela generosa causa da justiça e da liberdade.

Entrego minha vida nas mãos de Vossa Excelência e do Povo Brasileiro.

Brasília, 13 de novembro de 2009

Cesare Battisti



25/11/2009, 12:55
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Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – ENECOS – convida:

Tendo em vista a realização do COBRECOS 2010 (Congresso Brasileiro de Estudantes de Comunicação Social), no mês de janeiro em São Paulo com o tema CRISE: DECIFRA-ME OU TE DEVORO, a ENECOS convida todos os estudantes de comunicação social a participarem do PRÉ-COBRECOS, uma roda de discussão sobre os temas do COBRECOS.

Presença de representantes:

ex-ENECOS

INTERVOZES

MOVIMENTO SINDICATO PRÁ LUTAR – oposição a direção do Sindicato dos Jornalistas

Sábado – 28/11 – 15h, no SINSPREV

Rua Antonio de Godoy, 88, 2º andar, Centro, próximo ao Metrô São Bento, largo Paissandú e Avenida Ipiranga (descer na estação São Bento e atravessar o Viaduto Santa Efigênia)

Contato: cobrecos2010@gmail.com

Se quiser entrar no grupo de e-mails do Cobrecos São Paulo, para receber informações periodicamente, envie um e-mail em branco para cobrecossp10-subscribe@yahoogrupos.com.br.

Para maiores informações: cobrecos2010.wordpress.com

 



18/11/2009, 10:28
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13ª Semana de Arte Modesta “em obras” na PUC-SP!

de 16 a 19 de novembro de 2009

A Semana de Arte Modesta é um espaço de livre manifestação da comunidade puquiana que, mesmo por uma semana, tenta trazer uma nova compreensão do espaço universitário, colonizado pela rotina. Por meramente reafirmar algo que já faz parte da dinâmica social da PUC, a Semana de Arte Modesta faz o conservadorismo renovado colocar a cara à tapa. Debaterá o que compõe as suas entranhas, pois, afinal, cometeram o absurdo de tornar até mesmo a Modéstia transgressora. O tema deste ano é “EM OBRAS – últimos momentos”, na peleja contra a arte mercantil. Até onde a (falta de) liberdade pode chegar?

Confira a programação no blog http://modestasemana.blogspot.com. O propósito da Semana, no entanto, não é ser fechada ou restrita. Pelo contrário, é uma manifestação cultural questionadora da universidade e, por isso, a programação está sujeita a alteração, permitindo intervenções a qualquer momento.

Modestamente, compareça e prestigie!

sexta-feira, 13 (pré-estréia!)


17h Oficina de dança do TUCA. Jam Session [Pátio da Cruz]
19h Performance + projeção de vídeos para discutir o uso e espaço do Centro Acadêmico. Projeto Salamandra [CA Benevides Paixão]

segunda-feira, 16


manhã, tarde e noite – preparação e montagem das exposições no campus Monte Alegre.
16h Culinária Coletiva [CAPsico]
19h Benevídeos. Projeção de curtas, vídeos, filmes e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de Jornalismo [CA Benevides Paixão]

terça-feira, 17]


11h Performance “Fred Mercury” [Pátio do Benê, Comfil]
17h Desfile Das Lôca [Prainha] seguido de projeção do documentário “Vozes da Voz” [CAPsico]
18h Repentistas do Pandeiro com Raio de Sol e Verde Lins [Prainha] + Circo Estrupeados
19h Oficina de VJ com VJ Eu Sou Diagoguê (Rodrigo De Carvalho) [CA Benevides Paixão]

quarta-feira, 18


9h30 Debate sobre Copy Right com os convidados Marcia Tosta Dias, Sérgio Amadeu e Juliano Polimeno [Sala 333, Prédio Novo]
16h Grafite + discotecagem com Struggle (Música Jamaicana) e 420 (Ska) + Dança de Rua, Break e Hip-Hop [Pátio do Benê, Comfil]
21h Sarau [Prainha] + Circo Estrupeados

quinta-feira, 19


11h No ponteio da viola. Programa da Rádio Xiado [CAFil]
19h Debate sobre a “Consciêcia Negra” [Prédio Novo em sala a divulgar]
20h Cine Boto. Corujão de cinema [CAPsico]
21h Roda de Capoeira [Prainha]
22h Samba do Bule + convidados [Prainha]
EXPOSIÇÕES PERMANENTES

Fotografia: Comfil, Prainha, Pátio da Cruz, 2º e 5º andar do Prédio novo
(Em algum cantinho, parede, quina, ou brecha. Em território livre, na passagem inesperada)

Belém em Procissão – Ana Carolina Campos
PB em SP – Bruno Garibaldi
Sem título – Carla Bispo
Prestes Maia, 911 – Emiliano Capozoli Biancarelli
Cumieira Arriou – Fábio Nassif
Calo na Mão – Fernanda Simpson
Viaduto do Chá – Gabriela Moncau
A Cidade Suspensa – Helena Wolfenson
Identidade Urbana – Nathalia Dalia
Coletânea de Capas – Jornal Contraponto
Instalação:

Barco a vela – Limão [Prainha]
Blocos – Bruno Garibaldi [Pátio do Benê]
Barracão – Benê [Pátio do Benê]



festa
06/11/2009, 16:54
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CA BENEVIDES PAIXÃO, CA PSICO E CACS CONVIDAM PARA:

FESTA DO BOICOTE AO ENADE
HOJE!

SEXTA (6/11), ÀS 20H NO CACS

Breja, Bolo, Pinga, Vinho



sam
30/10/2009, 14:55
Arquivado em: Artes

Últimos momentos

Sobre a importância da realização da Semana de Arte Modesta neste ano

Refletindo sobre a diferença entre os acontecimentos históricos e o sentido que os homens fazem dos mesmos, um velho sábio lembrou que todos os eventos e personagens importantes ocorrem, por assim dizer, duas vezes, e acrescentou: “a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. Não seria esta uma forma correta para interpretar as recentes mudanças de regularização do cotidiano da comunidade puquiana, proibindo o já proibido e legitimando o já legitimado? O que torna a questão mais complexa é o fato de nos tempos atuais a tragédia ser farsesca e a farsa, por sua vez, terrivelmente trágica. A dinâmica social específica dos campi da PUC-SP se formou de maneira extremamente atualizada em relação ao stablishment global: Tornou as antigas transgressões comportamentais em normas cobradas pelo senso comum. Assim se apresentam as “liberdades” (entre um milhão de aspas) gozadas pelos indivíduos que compõem este círculo de relações, e os efeitos da Semana de Arte Modesta nunca conseguiram ultrapassar a afirmação deste senso comum.

Antes de tudo, para melhor compreender esta ordem de coisas do meio universitário, deve-se desde já abandonar uma compreensão distanciada sobre os posicionamentos políticos quanto à dinâmica administrativa da PUC-SP, entendendo a universidade como um “microcosmo da sociedade em geral”. Não se trata de um microcosmo, mas da própria ordem social per se se manifestando em uma de suas instâncias de composição. Sendo assim, tal qual em outros lugares de embate político, o conservadorismo se afirma como uma oposição, ou seja, uma crítica a favor, apresentada como uma contraposição explícita ao stablishment. Assim se legitimam a vigília intensificada, a caça-às-bruxas institucional e a necessidade de maior controle sobre a interação entre indivíduos inseridos no meio puquiano. Não se trata de valores morais mascarando um ordenamento que visa à mera eficiência produtiva, mas a própria eficiência produtiva como valor moral, tendo como elemento de composição explícito toda a violência necessária para que se efetive. Aqui não se trata meramente de punir subversões por romperem como uma ordem de coisas. Tal qual em contextos amplos, trata-se de atribuir subversão a algo que já compõe o existente, inserir determinado ato a uma ordem de coisas. Neste sentido, é crucial a participação de todos na Semana de Arte Modesta deste ano, pois, com sua inofensiva forma de ser, lida com todas estas questões do atual contexto puquiano. Por meramente reafirmar algo que já faz parte da dinâmica social da PUC, o conservadorismo renovado colocará a cara à tapa, e será obrigado a debater o que compõe as suas entranhas, pois, afinal, cometeram o absurdo de tornar até mesmo a Modéstia transgressora.



proibições
30/10/2009, 14:41
Arquivado em: Repressão

Proibir: a arte de limitar o espírito humano

Recentemente, as proibições na PUC chegaram a um nível inconcebível, prejudicando a vida acadêmica, as liberdades individuais e políticas, a autonomia universitária e o convívio social. As mudanças foram aplicadas aos poucos, em atos isolados, sem que a comunidade sequer notasse e muito menos discutisse o assunto. Como toda proibição, foi aplicada de maneira vertical, sem debate e transparência.

 

Nada de festas, drogas, instrumentos e inadimplentes

 

A proibição de festas no campus da universidade, em 2002, abalou diretamente a vida universitária. Em 2003, 15 estudantes chegaram a ser sindicados por uma festa no Pátio da Cruz, a comunidade reagiu com uma ocupação de reitoria que livrou os sindicados. As festas são a fonte de renda para que estudantes possam ir a encontros e congressos ( que, apesar de ser seu dever institucional, a reitoria não patrocina) e também, em alguns cursos, a bancar os projetos finais de conclusão de curso.

Sem contar que as festas são um espaço de convivência e troca de conhecimento entre os diferentes cursos, além de colocar produções culturais dentro da universidade. É ocupando o espaço da universidade que se vive a universidade. O motivo alegado pela reitoria para a proibição das festas era a segurança do campus – o mesmo para a terceirização da segurança e implementação de câmeras.

A gestão Maura Véras foi um show de proibicionismo, entre outras coisas, foram proibidas atividades culturais (tais como saraus ou exposições), entrada com instrumentos musicais e a colagem de cartazes. A proibição das atividades culturais é a uma afronta direta à qualidade de alguns cursos, principalmente os de comunicação. Os estudantes de Artes do Corpo são constantemente criminalizados por levarem para os corredores o que aprendem nas salas de aula. E, coincidentemente, somente os cartazes de oposição à reitoria eram arrancados das paredes.

Nas, talvez a pior proibição do período Maura Véras foi o ato 01/2007, que impedia que estudantes inadimplentes não matriculados assistissem as aulas, ameaçando professores coniventes de punição. Esse ato revela o caráter excludente das probições. Vale lembrar que a unviersidade presta um serviço público e é filantrópica.

 

Moralismo e conservadorismo, ordens do Vaticano; tecnicismo e lucrativadade, ordens do governo

 

Depois do processo de Redesenho Institucional e implantação do novo regimento interno, a PUC viu sua história de democracia e autonomia universitária cair em pouco tempo. A intervenção da igreja através da implantação do Consad alterou a estrutura de poder da universidade, aliado ao processo de redesenho, que aumentou a burocratização de diversos setores. Com isso, a autonomia universitária foi esmagada.

O resultado é óbvio: mais proibições! Recentemente foram proibidas fotografias, filmagens e panfletagens dentro do campus. Uma filipeta de um evento da universidade, bancado com verba da universidade, foi proibido de ser panfletado pelos funcionários por poder incentivar os estudantes a panfletarem também. Até mesmo o Contraponto (jornal laboratorial do curso de jornalismo) quase foi barrado nos corredores. A proibição de filmagens e fotografias atacam diretamente a qualidade dos cursos de comunicação, pois os mesmo utilizam os espaços da universidade para realização de trabalhos acadêmicos.

Outro ponto que escancarou o moralismo e hipocrisia da atual reitoria foram as recentes declarações para a grande imprensa sobre o uso de drogas no campus. Ao invés de procurar a comunidade para eventual solução do problema, ou aprofundamento do debate, a reitoria simplesmente procurou a grande imprensa para propagandear sua suposta postura de enfrentamento às drogas. Num discurso conservador e policialesco, abordou a questão com velhos jargões e preconceitos, sem aprofundar o debate e prestando um desserviço à população.



cobrecos
30/10/2009, 14:38
Arquivado em: Enecos

Estudantes organizam congresso de comunicação

 

O XVII Congresso Brasileiro dos Estudantes de Comunicação Social (Cobrecos) acontecerá em janeiro de 2010 e terá como sede o estado de São Paulo, depois de dois anos seguidos sendo sediado na região nordeste. O encontro é um dos espaços que a Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos) organiza anualmente para que os estudantes de comunicação de todo país possam formular atividades e políticas de ações em conjunto para o movimento estudantil de comunicação (MECom).

O Congresso também define quais serão os posicionamentos políticos da Executiva durante o ano, além de ser um espaço de reflexão, de debate, de formação política, de troca cultural e de experiências. É importante lembrar que os três eixos de discussão e de luta que guiam a Enecos hoje são Democratização da Comunicação, Formação do Comunicador e Combate às Opressões.

O fato do congresso ser sediado em São Paulo é muito importante para rearticulação do MECom na região, ainda mais que aqui é o lugar que se concentra o maior número de escolas de comunicação do país inteiro. Hoje, quem constrói e participa da Enecos são os estudantes aqui da PUC pelo C.A. Benevides Paixão o qual é filiado à entidade. Nós do Benevides estamos puxando as reuniões organizativas do encontro, entrando em contato com outras escolas, buscando patrocínio, mas é preciso de muito mais gente não apenas para a construção do congresso, mas para participar das discussões, conhecer a entidade e as formas como se pode atuar nesta.

Nossa prioridade é tentar realizar o congresso aqui na PUC, considerando o papel histórico de luta que nossa universidade já teve e que hoje joga às traças. Para isso, nos reunimos com o reitor Dirceu de Mello dia 22/09 para apresentar o projeto e pedir a PUC como a sede, mas, como ultimamente tem sido, isso terá que ser decidido pelo Conselho Administrativo (Consad) que é composto apenas por dois padres da Fundação São Paulo e o Dirceu. Só teremos a resposta no dia 06/11, mas continuaremos com nossas reuniões organizativas. Participe e venha construir com a gente o congresso de comunicação. Para mais informações, mande um emeio para cobrecos2010@gmail.com e para entrar na lista de discussão cobrecossp10-subscribe@yahoogrupos.com.br.



enade
28/10/2009, 15:16
Arquivado em: Atividades do CA

CA Benevides Paixão, CA de Psicologia e CA de Ciências Sociais da PUC-SP convidam:

DEBATE SOBRE O ENADE

Representante do ANDES-SN

César Fernandes – Coordenação Nacional dos Estudantes de Psicologia

José Arbex – Professor do Jornalismo da PUC-SP

QUARTA-FEIRA (28/10), ÀS 18H30
NO PÁTIO DA CRUZ



cervejada
23/10/2009, 14:33
Arquivado em: Sem-categoria

Benê Esquenta

Festa Pré-Cobrecos

Sexta – 23/10 – 20h00

SomCervejaBoloVinho

O dinheiro arrecadado na festa será usado na construção do COBRECOS 2010, em São Paulo

CA Benevides Paixão – Gestão Aos que virão

ENECOS – Executiva Nacional d@s Estudantes de Comunicação